quinta-feira, 28 de julho de 2016

Seleção Andrae



Associação Nordestina de Resgate e Administração de Emergências 

Junte-se a nós

Qualquer pessoa pode ser voluntária, independente do grau de escolaridade ou idade, o importante é ter boa vontade e responsabilidade.

Todo voluntário selecionado vai ganhar um curso de capacitação em APH de 360 horas, grátis.

Venha fazer parte desta família.

Inscrições pelo site www.andrae.org.br até o dia 21 de agosto de 2016.

27 de julho dia do Motociclista - DETRAN PB


Atividades realizadas pelo DETRAN/PB no Hospital de Emergência e Trauma de João Pessoa.

DETRAN/PB, realizou atividades em alusão ao dia do motociclista, no Hospital de Emergência e Trauma de João Pessoa. A ação foi iniciada no auditório do Hospital e teve a presença de membros de organizações relacionadas ao motociclismo no estado. Com o intuito de minimizar a reincidência em casos de acidentes envolvendo moto, o grupo fez visita ao leito dos hospitalizados, levando uma mensagem educativa de paz e segurança.
 Todos unidos por mais paz e segurança no trânsito.

quarta-feira, 27 de julho de 2016

Auditores constatam irregularidades na vila olímpica o Rio é multado




Rio multado R$ 315 mil por empregado sem CLT na Vila Olímpica

RIO DE JANEIRO (Reuters) - Auditores-fiscais do trabalho realizaram uma operação na Vila dos Atletas da Olimpíada do Rio de Janeiro, nesta quarta-feira, e verificaram irregularidades nas condições de trabalho no local.

De acordo com o Ministério do Trabalho, durante a ação a equipe constatou a ausência de registro em carteira, com indícios de informalidade na contratação de aproximadamente 600 trabalhadores e jornadas de trabalho de até 23 horas.

"Caso as irregularidades sejam confirmadas, serão lavrados os respectivos autos de infração, e, após prazo recursal, poderão resultar na imposição de multas", disse o ministério em comunicado em seu site.

O comitê organizador da Rio 2016 disse em comunicado que a inspeção violou um acordo que tem com o ministério sobre a documentação, e que iria apresentar os documentos relevantes ainda nesta quarta-feira.

Se as suspeitas de violação se confirmarem, alguns auditores disseram à mídia local que o ministério pode aplicar multas de até 315 mil reais.

Uma porta-voz do ministério, em Brasília, afirmou que não há multas definidas ainda porque os auditores devem primeiro ingressar com a papelada.

O comitê organizador dos Jogos contratou cerca de 600 trabalhadores no começo desta semana para fazer reparos nos apartamentos da Vila dos Atletas, após delegações reclamarem de problemas hidráulicos e elétricos e também de sujeira.

O Ministério do Trabalho destacou que durante o período da Olimpíada, em agosto, e da Paralimpíada, em setembro, "disponibilizará sete equipes de Auditores-Fiscais do Trabalho para verificação das condições de trabalho em todas as instalações".

(Reportagem de Paulo Prada)


Tribunais do trabalho tomam medidas para enfrentar a crise e assegurar funcionamento

Um corte no orçamento deste ano de 90% no investimento e de 30% no custeio, segundo o Tribunal Superior do Trabalho (TST), obrigou tribunais regionais e varas da Justiça Trabalhista em todo o país a adotarem medidas emergenciais de contenção de gastos para evitar o fechamento. Mesmo assim, essas medidas afetaram o funcionamento desses órgãos e fizeram aumentar o número de processos à espera de julgamento.

Entre essas medidas, estão dispensa de estagiários; alteração do horário de abertura e fechamento dos prédios; desligamento forçado de equipamentos de informática e telefonia a partir de determinado horário; supressão de contratos de serviços terceirizados; revisão de contratos de segurança; e redução de despesas com serviços postais, consumo de energia e material de uso administrativo.

O Governo Federal fez liberação de verba a através da Casa Civil da Presidência da República destacou a publicação de uma medida provisória na semana passada que liberou R$ 353 milhões para a Justiça do Trabalho, com o aval do Tribunal de Contas da União (TCU). No "Diário Oficial da União", como crédito extraordinário para pagamento de despesas correntes da Justiça do Trabalho.

O presidente do Tribunal Superior do Trabalho (TST), Ives Gandra Martins Filho, considera que a quantia deve ser suficiente para assegurar o funcionamento dos tribunais até o fim do ano, mas prevê as mesmas dificuldades para 2017 se o orçamento não for reajustado; para alguns TRTs, o dinheiro da MP não será suficiente.


segunda-feira, 25 de julho de 2016



A violência: Uma Constituição ilegítima do Homem

ARQUEOLOGIA POLÍTICA DA VIOLÊNCIA

Por: Astronadc Pereira de Moraes, é sargento da PM/PB, BRASIL. Psicólogo e Especialista em Criminologia e Psicologia Criminal.

O Brasil, tal como toda a nossa aldeia global, insiste na insanidade das atitudes e comportamentos violentos, seria a nossa cultura correspondente de uma cultura maior, global de insanidades e violência? Apenas em 2015 foram assassinadas 66 mil pessoas no Brasil, a maioria em idade produtiva.

Qual seriam as causas da violência insana no mundo do Capital Pensado do Homem Sapiens? As questões sociais? O capital selvagem e excludente? A ausência da justiça social, a destruição do meio ambiente e o extermínio de inúmeras vidas animal? Ou seria a ausência de amor, respeito e ética pela vida e pela natureza das coisas? A violência tem um precedente, que seria a corrupção da consciência humana? A corrupção é apenas material? Ou podemos afirmar que a corrupção alcança a subjetividade?

Os corruptos internalizaram, dentro de si, a certeza de que eles tudo podem, o que gera mais impunidade, diante de um Estado incapaz e incompetente de reagir ao crime, dando origem ao macro crime ou a violência por mais despretensiosa que seja.

Há uma cultura da corrupção dentro da política, do mercado, dentro do próprio aparelho do Estado e esta linha corrompida e corruptível corrompe a mídia, cada vez mais midiática e mais simbólica do que informativa, corrompe o mundo político e as autoridades que deveriam estar a serviço do estado democrático de direito e não do crime organizado, assim, cria-se a cultura do medo, da insegurança e do controle. É neste cenário que se fortalece o narcotráfico, e a bandidagem, desencadeando os constantes assassinatos em todo Brasil.

A violência contemporânea ganha espaço no imaginário coletivo. É a “sensação de insegurança”, a partir de um indivíduo que deseja o que não lhe é, em muitos casos, legítimo, crescendo, assim, a rivalidade entre pessoas e/ou grupos – aguçando mais conflitos e gerando mais violência. Tal reflexão fica demonstrada nos constantes assaltos, no narcotráfico, no consumismo desenfreado, no capitalismo excludente. “Queria o celular dela”, afirmou um adolescente depois de ser preso por roubo. É uma sociedade do ter, onde uma máquina vale mais do que uma vida. Deveria ser uma sociedade do ser, onde o indivíduo pleno teria consciência de seu papel na sociedade e na humanidade! O medo tomou conta do pertencimento que a sociedade brasileira deveria ter.

Quero aqui colocar dois momentos que contribuíram em muito para a violência social: A Sociedade escravocrata e a exclusão social, que pendura até os dias de hoje. Desta forma seria o Estado o maior promotor da violência social no nosso Brasil. Este é perverso, pois combate a violência daqueles aos quais ele próprio não disponibiliza emprego, renda e educação de qualidade, o que é, no mínimo, o dever do estado que legitimou o pacto social. É este mesmo Estado, portanto, a quebrá-lo.

Totalizando-se, morrem-se mais pessoas em acidentes de tráfegos, anualmente, em acidentes de trabalho e trabalhos escravos, pela fome e doenças correlacionadas, do que o número de vitimados de assaltos ou confrontos. Mas estes números não perturbam o mercado, pelo contrário, é perfeitamente aceitável pelo sistema, que continua a vender e oprimir cada vez mais. O que realmente inquieta o sistema é o pensamento revolucionário, é a possibilidade de reorganização do povo ou de categorias e sua participação na política e nos espaços de poder, é a possibilidade de uma democracia participativa e de uma política transparente, onde os conchavos não seriam mais possíveis.

sábado, 23 de julho de 2016

Entrevista sobre SST


O nosso convidado neste domingo é Nivaldo Barbosa de Sousa, tecnólogo em segurança do trabalho e presidente do Sindicato dos Técnicos em Segurança do Trabalho da Paraíba. Uma entrevista bem esclarecedora com orientações pertinentes sobre a importância da prevenção para que os casos de acidentes do trabalhador sejam evitados. Às 11h30 esperamos por você na TV Arapuan!

SEMINÁRIO SOBRE SEGURANÇA E SAÚDE NO TRABALHO – NR 33 e 35


LOCAL:

AUDITÓRIO DA ASPLAN – Associação dos Plantadores de Cana da Paraíba.
Endereço: Rua Rodrigues de Aquino, nº 267, Centro, João Pessoa-PB - CEP 58.013-030

DATA:

Quinta-feira, 21 de julho de 2016

PROGRAMAÇÃO:

09:00 às 09:30 horas: Abertura do evento

09:30 às 10:00 horas:

Apresentação dos Projetos de Fiscalização da Superintendência Regional do Trabalho na Paraíba

10:00 às 12:00 horas

Palestra: 'Normas Regulamentadoras 35 (Trabalho em Altura) e 33 (SST em Espaços Confinados) e seus Anexos' - 1ª Parte: TEORIA

Palestrantes:

INTERVALO

14:00 às 17:00 horas

Palestra: 'Normas Regulamentadoras 35 (Trabalho em Altura) e 33 (SST em Espaços Confinados) e seus Anexos' - 2ª Parte: PRÁTICA

Palestrantes e instrutores:

- Uirapuru da Silva Florêncio - Bombeiro Militar do Corpo de Bombeiros Militar do Estado da Paraíba, Especialista em Busca e Resgate em Estrutura Colapsada - Regimento Sapadores Bombeiros de Lisboa - Portugal, N II de Acesso por Corda;

- Hélio Raimundo de Souza Melo - Bombeiro Civil, Operador de Resgate Industrial e em Espaço Confinado;

- Alex Andrade - Graduado em Educação Física, com pós-graduação em Fisiologia e Biomecânica, Técnico de Segurança do Trabalho, Bombeiro Civil, operador de Resgate Industrial, Supervisor de Trabalho em Espaço Confinado;

- Karla Martins - Engenheira de Produção, com especialização em Segurança do trabalho;

- João Martins - Técnico de Segurança do Trabalho, Bombeiro Civil e graduando em Engenharia de Produção.

ORGANIZAÇÃO:

Superintendência regional do trabalho na Paraíba

APOIO:

PGC-PB - Programa de Gestão Compartilhada da Paraíba

ASPLAN-PB – Associação dos Plantadores de cana da Paraíba

APEAMB - Associação Paraibana dos Engenheiros Ambientais

AEST-PB - Associação de Engenharia de Segurança do Trabalho da Paraíba

SINTEST-PB - Sindicato dos Técnicos de Segurança do Trabalho do Estado da Paraíba

SINAIT - Delegacia Sindical na Paraíba do Sindicato Nacional dos Auditores-Fiscais do Trabalho

CUT-PB - Central Única dos Trabalhadores da Paraíba

FETAG-PB - Federação dos Trabalhadores na Agricultura do Estado da Paraíba

FTI-PB - Federação dos Trabalhadores da Indústria da Paraíba

SINTRICOM-JP - Sindicato Intermunicipal dos Trabalhadores nas Indústrias da Construção Civil, da Construção Pesada e do Mobiliário, com sede em João Pessoa.

ASTEST-PB – Associação dos Técnicos de Segurança do Trabalho do Estado da Paraíba.


EVENTO GRATUITO

Fornecimento de certificados aos participantes
(certificado oficial do ministério do trabalho)

sexta-feira, 22 de julho de 2016

Profissionais que devem fazer o curso de NR-35

A Norma Regulamentadora nº 35 ou NR-35, cujo recebe o título de “Trabalho em Altura”, foi aprovada pela Portaria n.º 313, de 23 de março de 2012 do Ministério do Trabalho e Emprego – MTE.


A norma regulamentadora nº 35 estabelece os requisitos mínimos e as medidas de proteção para o trabalho em altura, envolvendo o planejamento, a organização e a execução, de forma a garantir a segurança e a saúde dos trabalhadores envolvidos direta ou indiretamente com esta atividade.

Segundo ao subitem 35.1.2 da norma regulamentadora nº 35, considera o trabalho em altura toda atividade executada acima de 2,00 m (dois metros) do nível inferior, onde haja risco de queda.

De acordo ao subitem 35.3.1 da norma regulamentadora nº 35, estabelece que:

“35.3.1 O empregador deve promover programa para capacitação dos trabalhadores à realização de trabalho em altura.”

Considera-se o trabalhador capacitado para trabalho em altura aquele que foi submetido e aprovado em treinamento, teórico e prático, com carga horária mínima de oito horas, cujo conteúdo programático deve, no mínimo, os seguintes temas:

a) Normas e regulamentos aplicáveis ao trabalho em altura;

b) Análise de Risco e condições impeditivas;

c) Riscos potenciais inerentes ao trabalho em altura e medidas de prevenção e controle;

d) Sistemas, equipamentos e procedimentos de proteção coletiva;

e) Equipamentos de Proteção Individual para trabalho em altura: seleção, inspeção, conservação e limitação de uso;

f) Acidentes típicos em trabalhos em altura;

g) Condutas em situações de emergência, incluindo noções de técnicas de resgate e de primeiros socorros.

O programa de capacitação do trabalhador para trabalhos em altura deve ser estruturado da seguinte forma:

• Treinamento Inicial – Deverá ser realizado antes dos trabalhadores iniciarem suas atividades em altura;

• Treinamento Periódico – Deverá ser realizado bienalmente, ou seja, a cada dois anos. O treinamento periódico deverá ter carga horária mínima de 8 (oito), conforme conteúdo programático definido pelo empregador;

• Treinamento Eventual – Deverá ser realizado sempre que ocorrer quaisquer das seguintes situações abaixo:

a) Mudança nos procedimentos, condições ou operações de trabalho;

b) Evento que indique a necessidade de novo treinamento;

c) Retorno de afastamento ao trabalho por período superior a noventa dias;

d) Mudança de empresa.

O treinamento eventual deverá ter a carga horária e o conteúdo programático em atendimento a situação que o motivou.

Quem Deve Ministrar o Curso de NR-35.

Conforme o subitem 35.3.6 da norma regulamentadora nº 35, o treinamento de NR-35 deverá ser ministrado por instrutores com comprovada proficiência no assunto, sob a responsabilidade de profissional qualificado em segurança no trabalho.

O Ministério do Trabalho e Emprego através da publicação do Manual de auxílio na interpretação e aplicação da norma regulamentadora n.º 35, especifica que:

“A comprovada proficiência no assunto não significa formação em curso específico, mas habilidades, experiência e conhecimentos capazes de ministrar os ensinamentos referentes aos tópicos abordados nos treinamentos, porém o treinamento deve estar sob a responsabilidade de profissional qualificado em segurança no trabalho.”

Portanto, todo trabalhador que realizará trabalhos em altura (toda atividade executada acima de 2,00 m do nível inferior, onde haja risco de queda) deverá realizar o curso de NR-35, de acordo o disposto na norma regulamentadora nº 35.







Registro fotográfico





296 participantes.  

25 de julho, é celebrado o Dia do Motorista.

Marcos Antônio Rodrigues Vieira.

Presidente do Sindmae-PB analisa o mercado, a carreira e os desafios da profissão de motorista.

"Vivemos em uma constante luta assustadora por mais espaço e melhores condições de trabalho"

Foto: divulgação.

No próximo dia 25 de julho, é celebrado o Dia do Motorista. Na Paraíba, são mais de 21 mil trabalhadores na área, uma categoria que ainda luta por direitos e reconhecimento. “A exemplo de várias outras áreas, o nosso mercado de atuação na Paraíba se mantém difícil e vivemos em uma constante luta assustadora por mais espaço e melhores condições de trabalho. Isso porque, além de demissões, vivemos em uma situação precária, sem segurança, e sem apoio algum de qualquer órgão público".

A declaração é do presidente do Sindicato dos Motoristas e Ajudantes de Entregas do Estado da Paraíba (Sindmae-PB), Marcos Antonio Rodrigues Vieira, que conversou com exclusividade com o Paraíba Total.

Na entrevista que segue, ele falou das principais ações do sindicato em prol da categoria e de que forma a entidade tem contribuído para o desenvolvimento da Paraíba.

De uma maneira geral, como está o mercado de trabalho para os motoristas do setor na Paraíba?

A exemplo de várias outras áreas, o nosso mercado de atuação na Paraíba se mantém difícil e vivemos em uma constante luta assustadora por mais espaço e melhores condições de trabalho. Isso porque, além das dificuldades enfrentadas pelos empresários da classe patronal, que já resultou em fechamento de empresas e demissões de colaboradores, vivemos em uma situação precária, sem segurança, e sem apoio algum de qualquer órgão público. E as dificuldades só aumentam, pois a cada dia surgem novas leis que, só favorecem aos empresários, como foi com a nova lei do exames toxicológicos, onde foi inclusive noticiado pela imprensa que o Estado não está preparado para atender à categoria, como uma clínica especializada. E assim, o trabalhador tem que tirar do seu próprio salário para realizar o exame, que tem custado R$ 295.

Quais são hoje os principais gargalos do segmento e como o Sindicato tem atuado para melhorar a estrutura da categoria na Paraíba?

O nosso principal gargalo é fortalecer, orientar e qualificar toda a categoria, ações que temos feito de forma contínua para melhorar o desempenho da categoria. Para tanto, temos feito denúncias junto aos órgãos fiscalizadores como MPT, MTE, JTJ, além de campanhas de saúde dos trabalhadores, projetos culturais e de saúde nas estradas.

Como anda a atuação do Sindicato nos municípios paraibanos, quais os avanços e as principais dificuldades enfrentadas para desenvolver o trabalho?

O Sindicato a cada dia vem se fortalecendo com o reconhecimento da categoria que acredita em nosso trabalho, por meio do qual já atuamos em 70% dos municípios do Estado. Entre os nossos avanços estão conseguir bem representar, em todas as esferas, como articulador do desenvolvimento e melhorias na área de transporte. Já nossa maior dificuldade é lidar com os órgãos públicos que se negam a enxergar as dificuldades e o desrespeito da classe patronal a esta categoria tão sofrida.                   

Na sua opinião, como o Sindicato tem contribuído de forma mais geral para o desenvolvimento da Paraíba e de que maneira?

O Sindicato vem contribuído com o Estado, além dos nossos impostos e força de trabalho, com o desenvolvimento de ações nas melhores condições de trabalho e saúde, onde já somos reconhecidos em todo o País, com o nosso Programa Saúde nas Estradas.

De quando a quando o senhor estará à frente da entidade, quais os principais resultados obtidos pela entidade ao logo de sua gestão e como andam os novos projetos?

Sou o presidente fundador do sindicato e estou no meu segundo mandato que segue até 2019. Não tenho pretensão de me reeleger novamente, para poder dar novas oportunidades a outros diretores ou sócios, para que o sindicato se torne cada vez mais inovador. Nessa minha gestão, já obtivemos bons resultados e respeito de vários segmentos sindicais e políticos. E entre os nossos projetos futuros e em andamento estão a criação de um Centro de Apoio aos Caminhoneiros que transitam em todo o estado.

quarta-feira, 20 de julho de 2016

Aprovada norma ISO 45001


Aprovada norma ISO 45001: Sistemas de Gestão da Segurança e Saúde no Trabalho

A Organização Internacional de Normalização (ISO) anunciou, em 11 de junho, que o segundo projeto da norma ISO 45001: Sistemas de Gestão da Segurança e Saúde no Trabalho – Requisitos, foi aprovado pelos membros que participaram no seu desenvolvimento.


A ISO 45001 é uma norma internacional destinada a ajudar as organizações a melhorar o seu desempenho em Segurança e Saúde no Trabalho. De acordo com a organização internacional, o padrão foi projetado para ser integrado em sistemas de gestão existentes e irá complementar aspectos relacionados à segurança, saúde e bem-estar dos trabalhadores.


O projeto anterior da norma não conseguiu alcançar a necessária aprovação de 75% dos países que participam no ISO / PC 283, a comissão responsável pelo desenvolvimento do padrão normativo.

A ISO 45001 será uma norma técnica a ser utilizada para a certificação por terceiros nos aspectos pertinentes. Prevê-se que a ISO 45001 irá substituir a OHSAS 18001: 2007.

A norma está prevista para ser publicada no quarto trimestre de 2016.


Fonte: American Industrial Hygiene Association (Web: Home > Publications & Resources > The Synergist > Industry News > ISO: Second Draft of OHS Management Systems Standard Approved ).

terça-feira, 19 de julho de 2016

Estudo do anexo 14 da NR 15 Portaria nº 3.214/78 do Ministério do Trabalho e Emprego


Segundo o anexo n° 14 da NR 15 a exposição ao risco biológico se dá pelo contato dermal ou aéreo com os fluídos corpóreos ou microorganismos. A insalubridade por riscos biológicos assume somente dois graus:

Médio;
Máximo.

O grau máximo é reservado às atividades em contato com pacientes e animais infecto contagiosos, bem como seus instrumentos de uso não previamente esterilizados. Há ainda outras duas atividades que se enquadram no grau de risco máximo: coleta de lixo urbano e atividades em tanques ou galerias de esgoto.

O trabalho em contato com outros pacientes ou animais, não infecto-contagiosos confere ao trabalhador o adicional de grau médio. Há também outras atividades enquadradas no grau médio: trabalho em laboratórios, com animais destinados ao preparo de soro, vacinas e outros produtos; em laboratórios de análise clínica e histopatologia; em gabinetes de autópsias, de anatomia e histoanatomopatologia, exumação de corpos em cemitérios, em estábulos e cavalariças, em contato com resíduos de animais deteriorados.

  
ESTUDO DO ANEXO 14 DA NR 15

PACIENTES EM ISOLAMENTO POR DOENÇAS INFECTO-CONTAGIOSAS, BEM COMO OBJETOS DE SEU USO, NÃO PREVIAMENTE ESTERILIZADOS

Este item enquadra como insalubre de grau máximo exclusivamente o labor em contato com pacientes portadores de moléstias infecto-contagiosas e o contato com objetos contaminados por moléstias infecto-contagiosas não esterilizados.

O enquadramento é apropriado para médicos, enfermeiros e outros profissionais da saúde que tenham contato com paciente em isolamento. No entanto, considerando que o caput do anexo prescreve o contato permanente, o enquadramento só é aplicável para profissionais que se dediquem exclusivamente a pacientes em isolamento. Se o profissional da saúde atende pacientes em isolamento, mas também pacientes comuns, o enquadramento apropriado é o de grau médio. O grau máximo caberia para aqueles profissionais que trabalhassem num hospital de doenças infecto-contagiosas, como é o caso do Hospital Emílio Ribas em São Paulo, ou então, que se dedicassem exclusivamente ao atendimento de pacientes em área de isolamento, o que é incomum na prática.


CARNES, GLÂNDULAS, VÍSCERAS, SANGUE, OSSOS, COUROS, PELOS E DEJEÇÕES DE ANIMAIS PORTADORES DE DOENÇAS INFECTOCONTAGIOSAS (CARBUNCULOSE, BRUCELOSE, TUBERCULOSE)

Este item trata das atividades com exposição a carnes, glândulas, vísceras, sangue, ossos, couros, pelos e dejeções de animais portadores de moléstias infecto-contagiosas, inclusive especifica quais são as doenças (carbunculose, brucelose e tuberculose).

Não se verifica atividade compatível com este enquadramento, vez que não temos hospitais veterinários para animais portadores de moléstias infecto-contagiosas, como existe para humanos.

Este enquadramento também não se aplica aos matadouros, frigoríficos, abatedouros e outras empresas que se dediquem ao processamento de carne, vez que não se verifica a existência de animais portadores de moléstias infecto-contagiosas de forma generalizada no abate.

É fato que no abate são encontrados animais portadores de moléstias infecto-contagiosas, os quais são inclusive rejeitados pelo SIF (Serviço de Inspeção Federal), porém tais casos são exceções raras e, não a regra.

segunda-feira, 18 de julho de 2016

Seminário alagoano de atualização em segurança e saúde no trabalho



Maceió, 14 de setembro de 2016.

Objetivos

Socializar com os participantes os conceitos básicos para identificação dos gases tóxicos e inflamáveis nos trabalhos em espaços confinados.

Propiciar uma reflexão sobre o trabalho enquanto fonte de vida e felicidade, e não de morte e sofrimento.

Informações / inscrições
(81) 3241-3802 / 3241-3643

Enviar nome, função, empresa, telefone e e-mail para 

eventos.crpe@fundacentro.gov.br

Realização

Fundacentro (PE)

Ministério do Trabalho - Superintendência Regional em Alagoas

Apoio

Ranger SMS (Recife)

Senai - Departamento Regional em Alagoas

Curso Bombeiro Civil


CEFABOM, ensinando a salvar vidas!
Informações: 98830-7098

De Olho na Produtividade e no Desperdício no Canteiro de Obra



Confirmações para Palestra:

quinta-feira, 14 de julho de 2016

FUNEPI seja superior

Empresa parceira

Não perca mais tempo e faça hoje mesmo sua matrícula!

Tecnologia em Segurança do Trabalho (Conceito 4 pelo MEC)

Mensalidades a partir de R$ 200,00

Invista no seu futuro!


Ligue: 3507-3705 ou 9988-6640 (WhatsApp)

terça-feira, 12 de julho de 2016

Servidor de carreira para o cargo de Superintendente da SRTE/PB

Encontro de Servidores da Superintendência Regional do Trabalho e Emprego na Paraíba.

Mobilização reivindicando que o cargo de Superintendente Regional do Trabalho e Emprego, seja ocupado por servidor de carreira.



Mais informações:

segunda-feira, 11 de julho de 2016

Homem morre após ser atingido por viga de obra em João Pessoa

Vítima, de 42 anos, fazia a limpeza do terreno quando aconteceu o acidente.
Delegado diz que este era o primeiro dia de serviço da vítima pela empresa.

Do G1 PB

Três pessoas faziam a limpeza do terreno quando uma viga e uma parede cederam e caíram em cima de um deles, em João Pessoa.


Um funcionário de uma empresa de construção civil morreu após uma viga de uma obra em demolição cair sobre ele durante a limpeza do terreno na manhã desta segunda-feira (11), na Rua Margarida Fonseca de Arruda no bairro de Manaíra, em João Pessoa. De acordo com a Polícia Civil, o acidente aconteceu no primeiro dia de serviço da vítima na construtora. O homem tinha 42 anos. 

Dia nacional de prevenção de acidentes do trabalho


sexta-feira, 8 de julho de 2016

Semana municipal de prevenção de acidentes


Evento gratuito inscrições no local do evento. 

Workshop de comunicação e oratória


Proibição do uso de celular nos canteiros reforça importância da Saúde e Segurança no Trabalho

Assessoria de Comunicação Social do Sinduscon-DF.

Quando se fala em canteiro de obras é fundamental estar atento ao bem-estar do trabalhador. O Dia Mundial de Segurança e Saúde no Trabalho, celebrado no último mês, traz à tona a importância da prevenção de acidentes. O Sinduscon-DF, ciente da relevância do tema para o setor, tem promovido e apoiado cursos com este objetivo. Mas não é de hoje que o sindicato se preocupa com os operários. Desde setembro de 2014, é proibido o uso de celular nos canteiros. A iniciativa, lançada pela entidade em parceria com o Sindicato dos Trabalhadores (STICMB), visa diminuir os riscos de acidentes causados por distrações.

Desde então, as empresas estão obrigadas a delimitar uma área segura dentro do canteiro para o uso do celular. Para o técnico de Segurança no Trabalho, Gérson de Alcântara, a iniciativa trouxe, principalmente, mais proteção aos funcionários. “Tem gente que não sabe usar o aparelho com consciência. Determinar um local é seguro justamente porque pode haver um sinistro por perto e a pessoa não estar atenta”, avaliou. O profissional ainda apontou que pode observar um aumento na produtividade.

Em 2015, foram registrados quatro acidentes com óbitos nos canteiros de obra. Dois a menos em relação ao ano anterior. O Sinduscon-DF acredita que a proibição do uso de celular nas obras possa ter refletido nos registros. O diretor de Política e Relações Trabalhistas do sindicato, Izidio Santos, alerta que é preciso muita atenção dentro do canteiro. “Uma simples distração pode ser fatal”, frisou. Ele ainda acrescentou que a prevenção de acidentes deve ser entendida como investimento.

A iniciativa não busca privar o empregado de se comunicar. Ele pode atender ou realizar ligações particulares de caráter emergencial, durante o expediente, desde que interrompa a atividade que esteja desenvolvendo e se posicione na área delimitada pelo empregador. O almoxarife Wender Macedo avalia como positiva a determinação. “A proibição, além de evitar acidentes, ainda trouxe mais segurança no canteiro de obras”, disse.

Entenda

A proibição do uso de aparelho celular nos canteiros de obras entrou em vigor em setembro do ano passado. O não cumprimento da orientação acarreta em advertência. Em caso de reincidência, os trabalhadores recebem as devidas punições, vigentes na legislação trabalhista. A penalização é a mesma dada ao trabalhador que não segue as orientações de uso dos Equipamentos de Proteção Individual (EPIs).

A decisão compõe o termo aditivo da Convenção Coletiva de Trabalho de 2014, definido entre o Sinduscon-DF e o STICMB. O acordo proíbe o uso de telefone celular, smartphone, tablet e dispositivos similares durante o horário de trabalho nos canteiros. O celular somente é permitido no intervalo, quando há o descanso intrajornada.

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