sexta-feira, 31 de maio de 2013

Valorizar a Nossa profissão é Tarefa de todos nós

Por Adir de Souza
Curitiba/PR

Há décadas defendo e carrego a bandeira de luta pela Segurança do Trabalhador brasileiro. Trago este compromisso comigo, desde quando entrei para esta tão valiosa atividade prevencionista em nosso país. Mas, venho percebendo, ao longo do tempo, que não estamos dando muita importância para nossa profissão. Percebo que em eventos de segurança e saúde do trabalhador, por este país afora, raramente encontramos Técnicos de Segurança envolvidos na grade, por exemplo, de palestrantes. E olha que temos colegas competentes para isso em todas as regiões brasileira. Estamos perdendo nosso espaço. Pessoas alheias à missão prevencionista estão invadindo nossa área. E isso é triste e desprezível para nossa categoria. Temos que valorizar nossa profissão de prevencionista, aliás, bastante sofrida. Sendo assim, devemos ter um senso crítico para saber o que é importante e o que não é importante pra gente nestes eventos, vendo Empresas fazendo Evento e levando Alunos e Técnicos somente para bater Palma, isto é Desprezível.

Hoje a onda  no setor de Saúde e Segurança do Trabalhador se espalha pelo Brasil, e olha que tem muita gente lucrando com isso. E quando realizam alguns destes eventos o que se observa é que os promotores  pensam que estão contribuindo para formação profissional dos Técnicos e Técnicas de Segurança do Trabalho. Talvez não estejam contribuindo para isso. Não estão fazendo nada de mais do que sua missão empresarial. Na verdade, muitos visam o lucro.  Basta citarmos o faturamento da indústria de Equipamentos de Proteção Individual brasileira. Só em 2012 foram quase 3 bilhões de reais de faturamento, conforme números da Animaseg (Associação Nacional da Indústria de Material de Segurança). Queremos nosso espaço neste processo.

Entretanto, é para isso que devemos estar atentos. Então minhas amigas e amigos, Técnicos de Segurança do Trabalho, comecem a desenvolver uma visão crítica. Procure conhecer bem qual o objetivo do evento que forem participar, veja realmente quem defende de verdade a nossa categoria. Embora saibamos que existem grandes pesquisadores e estudiosos, bem como da necessidade de termos doutores nesta área, sem dúvida alguma, poucos conhecem de perto a realidade do “chão de fábrica” como nós. Devemos ficar atentos quanto a isso, porque tem alguns que se Acham donos de nossa Categoria e isto é Desprezível, vejam quem Lutou para Regulamentar a nossa profissão, Lei 7.410, para podermos hoje bater no peito e Dizer Sou Técnico de Segurança e tenho orgulho desta profissão, e um recado para os Professores dos cursos de formação em Técnico de Segurança do Trabalho de todo o país informarem ao seus Alunos quem se empenhou para que este Currículo que esta sendo utilizado Hoje foi feito e aprovado pelo o parecer 639 do MEC. E foi trabalho de nossas entidades sindicais que existiam na época, não caiu do céu foi trabalho árduo de dedicação pelo amor a esta profissão que professam a grande maioria de nossos colegas pela consciência da Importância que tem para os trabalhadores de nosso país que Hoje é 7ª economia do Mundo e ainda tem trabalho análogo ao escravo.

Conhecemos o dia a dia do operário brasileiro. Somos no SESMT a esmagadora maioria neste país, sem nossa participação não acontece evento. Sem Técnicos e Técnicas de segurança do trabalho estes eventos não têm sucesso algum.

Estas empresas promotoras de eventos na área de saúde e segurança do trabalhador poderiam ser mais parceiras de nossa categoria. Suas ações devem prezar pela parceria com nossos profissionais. Somos nós o responsável pelo elo de ligação entre o trabalhador e o patrão, no momento da compra de equipamentos de proteção. Somos tecnicamente decisivos para isso, além de sermos fator importante para existência da indústria do ramo de segurança do trabalho. Portanto, é chegado o momento de sermos vistos com bons olhos por quem é do segmento.

Nós Técnicos e Técnicas de Segurança do Trabalho Precisamos aprender a ser corporativistas e sempre quando organizarmos um evento lembrar sempre  de colocar os colegas como Palestrantes, e antes de participar  em Algum evento que não tenha um colega Palestrante questione, valorizar a profissão é tarefa de todos nós e juntos somos muito fortes

O autor é Técnico de Segurança do Trabalho, diretor do Sintespar  e 1º Secretário Adjunto de Segurança e  Saúde da UGT/Nacional

quarta-feira, 29 de maio de 2013

Protocolo de Perda Auditiva Induzida Por Ruído

O CEREST Regional/ SMSJP realizará no dia 18 de junho de 2013 Oficina de Protocolo de Perda Auditiva Induzida Por Ruído para profissionais da Rede em Saúde voltados aos fonoaudiólogos, otorrinolaringologistas, profissionais dos Núcleos de Vigilância Epidemiológica e áreas afins. O objetivo da Oficina é discutir a importância de identificar e notificar os casos existentes na rede em saúde possibilitando a melhoria desses indicadores para fortalecer as ações de Vigilância em Saúde do Trabalhador.

INSCRIÇÃO: DE 27/05 À 10/06
Nº de Vagas Limitadas (30 Vagas)

Público- alvo: Profissionais de fonoaudiologia, otorrinolaringologia, Núcleos de Vigilância Hospitalar e profissionais de SESMET.

Contatos:
(083)3218-7114 / 3214-3219
Email: cerestmacrojp@gmail.com

Exposição à sílica na indústria da construção



A educação em Saúde e a boa informação contribuem significativamente na busca por melhorias nas condições de trabalho. Pensando nisso, a intersetorialidade da Saúde do Trabalhador através das instituições: Secretaria Municipal de Saúde João Pessoa (SMSJP/CEREST Regional), FUNDACENTRO PE, FUNDACENTRO SP, MTE/SRTE, CPR-PB, Universidade Federal da Paraíba (UFPB/CT) e CEREST-PB trás um importante material informativo intitulado: EXPOSIÇÃO À SÍLICA NA INDÚSTRIA DA CONSTRUÇÃO.

Acesso a página do CEREST http://www.facebook.com/pages/Cerest-Regional-Macro-I-Jo%C3%A3o-Pessoa/239464696193443

PPRA - Programa de Prevenção de Riscos Ambientais

Criação imediata de programa de interiorização do médico brasileiro

CFM propõe criação imediata de programa de interiorização do médico brasileiro para cobrir vazios assistenciais.

Entidade também detalha critérios para importação de médicos estrangeiros e defende criação de CARREIRA FEDERAL para profissionais de saúde, no prazo máximo de 36 meses.

A criação de um Programa de Interiorização do Médico Brasileiro é a principal proposta do Conselho Federal de Medicina (CFM) para levar médicos brasileiros a trabalharem no interior do país. A solução é vista pela entidade como opção segura para garantir a imediata interiorização da Medicina, pois valoriza o profissional nacional, estimula a melhora da infraestrutura de trabalho e cria condições efetivas para atração e fixação dos médicos em áreas remotas. A medida teria caráter emergencial e transitório, com validade máxima de 36 meses.

O documento, aprovado pelo Plenário do CFM, foi entregue nesta sexta-feira (24) ao Palácio do Planalto e aos ministérios da Saúde, Educação e das Relações Exteriores. A proposta, que ainda contempla outras duas medidas, também foi encaminhada ao Senado Federal, Câmara dos Deputados, Supremo Tribunal Federal (STF), Superior Tribunal de Justiça (STJ) e à Procuradoria-Geral da República (PGR).

No entendimento dos conselheiros, o Programa de Interiorização do Médico Brasileiro corrige distorções de ações anteriores do Governo. A proposta do CFM quer alocar profissionais em cidades de até 50 mil habitantes, nas regiões Norte, Nordeste e Centro-Oeste. Após a apresentação das propostas, o Conselho de Medicina se colocou novamente à disposição para dialogar com o Governo.

“Os médicos brasileiros querem colaborar com esse processo de forma ativa e estão abertos ao diálogo. Esperamos que nossas propostas possam ser recebidas como um sinal de nosso empenho em atender às necessidades da população, cercando-a de profissionais competentes, comprometidos, bem preparados e estimulados a cumprir sua missão de levar o bem estar e salvar vidas”, explica o documento.

Fatores de fixação

Para viabilizar a adesão do maior número de profissionais possíveis, o CFM recomenda que o Governo proporcione condições adequadas de atendimento, por meio da instalação de Unidades de Pronto Atendimento (UPAs) e de laboratórios de análises clínicas. A monitoria (presencial e à distância) vinculada a programas de extensão de escolas públicas de Medicina, o acesso a insumos e equipamentos de diagnóstico e terapia, o apoio de equipe multiprofissional e a rede de referência e contrareferência (leitos, exames e outros procedimentos) também são itens fundamentais para conseguir fixar os médicos brasileiros nas regiões mais carentes.

Dados do próprio Ministério da Saúde sobre a distribuição dos municípios que receberam médicos que aderiram ao atual programa do Governo evidencia distorções que podem ser corrigidas com a adoção da nova proposta do CFM. A maioria dos profissionais foi levada a cidades acima de 100 mil habitantes, localizados na faixa litorânea e nas cidades com melhores indicadores socioeconômicos (mapa ao lado).

Importação de médicos


Outra proposta que consta do documento, se refere a importação de médicos estrangeiros. O CFM mantem sua a defesa de que os candidatos devam ser aprovados no Exame Nacional de Revalidação de Diplomas Médicos (Revalida) no seu formato atual. “Ao defender a exigência do Revalida para os candidatos formados em escolas de Medicina do exterior, o CFM apenas quer que sejam seguidas as normas estabelecidas pelo próprio Estado Brasileiro e atualmente em vigor para a vinda dos médicos estrangeiros”, argumenta a entidade.

Além disso, a entidade propõe outros critérios, como o domínio da língua portuguesa, sendo este requisito “absolutamente necessário” para a adequada relação médico-paciente, evitando-se riscos de erros de diagnósticos e de tratamento. A apresentação de atestado de bons antecedentes éticos e criminais fornecidos pelas entidades médicas e das autoridades judiciais dos países onde se graduaram também aparece na proposta como exigência mínima para a atuação do médico estrangeiro no país.

“Quando as entidades médicas cobram o cumprimento dessa exigência legal não o fazem para criar dificuldades, mas como forma de se estabelecer um padrão de qualidade e segurança para a assistência à população brasileira”, conclui.

Carreira de estado

Como terceiro item, o CFM defende, a médio prazo, que seja construída e implementada uma carreira federal para o médico, enfermeiro, dentista, farmacêutico e bioquímico que atendem dentro do Sistema Único de Saúde (SUS), aos moldes do que já existente para os cargos de juiz e promotor no âmbito do Poder Judiciário. Ela entraria em vigor após o encerramento das duas ações anteriores, que atenderiam em caráter transitório e emergencial.

Na carreira proposta, o acesso se daria por concurso público, realizado pelo Ministério da Saúde. Dentre as características desta carreira, consta jornada de trabalho de 40 horas semanais no atendimento exclusivo ao SUS, com Plano de Cargos, Carreira e Salários, o que permitiria que esses profissionais ascendessem com remuneração compatível com o estabelecido pela Federação Nacional dos Médicos (Fenam).


O CFM entende que a simples alocação do médico em um determinado município não tornará a população assistida. Para que este benefício seja oferecido com efetividade e eficácia, justifica, é necessário interiorizar o sistema de saúde, no qual o médico é um integrante importante, mas não suficiente para os resultados ocorram. “De forma complementar, a melhora da infraestrutura local deve estar atrelada a um sistema de regulação estadual eficaz, com rede de transporte instalada para a transferência dos pacientes necessitados para centros de maior complexidade”, sugere a entidade.


Clique aqui para conferir a proposta na íntegra:http://portal.cfm.org.br/images/stories/pdf/anexos%20-%20proposta%20cfm.pdf

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terça-feira, 28 de maio de 2013

Especialista explica como o FAP afeta a economia das empresas.

O investimento em segurança do trabalho pode significar uma economia superior a 70% no pagamento da contribuição das empresas ao Instituto Nacional do Seguro Social (INSS). Isso ocorre pela relação entre a quantidade de acidentes registrados com o percentual recolhido da folha de pagamento das companhias, o que vigora desde 2011.

A afirmação é do especialista em direito trabalhista e previdenciário, Luis Augusto de Bruin, que explicou como o Fator Acidentário de Prevenção (FAP) e o Nexo Técnico Epidemiológico (NTEP) podem afetar diretamente as finanças das empresas.

"O FAP é um multiplicador que informa que, quanto maior a quantidade de acidentes a empresa tiver registrada, maior a contribuição ela precisa fazer à Previdência Social.

Isso é uma mudança de metodologia, pois antes a cobrança era igual para todo mundo e gerava uma insatisfação, fazendo com que as empresas não tivessem uma motivação para investir em prevenção de acidentes", ressaltou.

Já o NTEP é um mecanismo que caracteriza se a doença apresentada pelo trabalhador possui relação com a atividade desenvolvida. Com o nexo, as empresas são classificadas por níveis: quanto menor o nível, menos a empresa paga ao INSS.

Diferenças entre setores

O empresário do setor de equipamentos de segurança do trabalho, João Abílio Marcos, criticou alguns setores da economia local pelo descuido com a segurança dos trabalhadores. Segundo ele, a indústria é uma das que mais investe no segmento, enquanto a construção civil e órgãos públicos ele avalia como as piores.

Na avaliação do executivo, a preocupação com a integridade física e mental do trabalhador precisa ser uma prioridade para as empresas, não só pela importância social, mas também pela economia que pode ser gerada.

"Uma empresa do porte da Moto Honda pode economizar até R$ 10 milhões por ano na folha de pagamento se ela investir propriamente em segurança do trabalho. Isso porque quem investe mais acaba pagando menos", explicou.

Bruin deu outro exemplo de como o investimento em segurança do trabalho pode ser benéfico para a saúde financeira da empresa. De acordo com o especialista, dependendo do número de acidentes, uma companhia com folha de pagamento de R$ 1 milhão pode desembolsar R$ 16 mil em contribuição social, enquanto outra, do mesmo porte, pode ser obrigada a pagar R$ 60 mil, caso tenha mais sinistros registrados.



Fonte: Revista Proteção / D24 AM, 27.05.2013

Princesa Isabel é invadida por bandidos


Princesa Isabel é invadida por bandidos
PÂNICO: bandidos assaltam bancos e Correios, invadem prédios públicos e instalam terror em Princesa Isabel

Cerca de quarenta homens mascarados e fortemente armados provocaram um clima de terror, na manhã desta terça-feira (28), no município de Princesa Isabel, interior da Paraíba, após fazerem um arrastão em todas as agências bancárias da cidade, Banco do Brasil, Caixa Econômica e Bradesco e na agência dos Correios e ainda invadir a sede da prefeitura e do Ministério Público.

O prefeito da cidade, Domigos Sávio, estava na sede do prédio da gestão no momento da ação e teria sido usado como um escudo humano. Boatos davam conta que o gestor teria até sido sequestrado, mas o próprio gestor desmentiu o sequestro em contato com a imprensa, no entanto confirmou que um dos assessores da administração foi levado pelo bando como refém.


 

O Banco do Brasil fica ao lado da sede da prefeitura, já o Banco Bradesco fica colado à promotoria e o cartório da cidade. Os bandidos conseguiram levar dinheiro de todas as agencias.

Um homem foi amordaçado e colocado em cima do capô de uma caminhoneta no momento em que os bandidos assaltaram a agência dos Correios e um policial ficou ferido na troca de tiros.

Segundo o relato de uma moradora, quase uma hora de tiros atemorizaram todas as pessoas da cidade que durante todo o tumulto mantiveram fechadas as portas de suas casas e dos seus estabelecimentos comerciais.

O clima de terrorismo foi generalizado. 

Segundo uma servidora do cartório do município, conhecida apenas como Nilsa, houve muito sangue derramado na frente das agencias e as sedes dos prédios públicos ficaram destruídas. Vários carros foram perfurados a bala devido ao tiroteio entre policiais e criminosos.

“Está tudo destruído, não sei como não morreu muita gente, foi um milagre de Deus, realmente é um clima devastador”, disse, em entrevista ao programa Rádio Verdade, na Arapuan FM.

As informações também dão conta que os bandidos invadiram a Igreja e fizeram até o padre da cidade de refém.

O secretário de segurança pública, Cláudio Lima, solicitou reforço da polícia de Pernambuco para prestar socorro ao município de Princesa Isabel. Cerca de quarenta policiais do município de Patos também se deslocaram para auxiliar nos trabalhos



A cidade de Princesa possui um efetivo de apenas cinco policiais trabalhando.

O município de Flores, em Pernambuco e Manaíra e Juru na Paraíba também teriam sido alvo da ação dos criminosos, que fugiram em direção ao município de Moça Bonita, no estado pernambucano.

Em entrevista ao programa Correio Debate, o prefeito de Princesa Isabel, Domingos Sávio confirmou  que estava na prefeitura quando os bandidos começaram as ações criminosas nas agencias bancárias.

O gestor acredita que o tiroteio durou quase 1 hora.

Ainda segundo o prefeito, os bandidos estavam fortemente armados, mas apesar do poder de fogo, não houve informações de vítimas fatais.



Márcia Dias

PB Agora

Entrega de 44 ônibus novos, qualidade no serviço de transporte

A população usuária do sistema de transporte coletivo da Capital receberam 44 novos ônibus na manhã desta terça-feira (28).
A Unitrans renova sua frota com 44 veículos zero quilômetro. Essa ação reforça o compromisso da empresa com seus clientes, que terão à disposição ônibus mais modernos e eficientes, e com a cidade de João Pessoa-PB, que se mantém com uma das frotas mais novas do país.
Solenidade realizada na Estação Cabo Branco – Ciência, Cultura e Artes, no Altiplano; Prestigiaram mais uma renovação da frota que circulará pelos bairros da cidade, representantes de comunidades e autoridades.
Mário Tourinho
Mário Tourinho, diretor executivo da AETC-JP - Associação das Empresas de Transportes Coletivos Urbanos de João Pessoa destacou a importância do transporte público para as comunidades. “O transporte é o principal conduto de uma cidade nos tempos atuais em que discutimos melhorias na mobilidade urbana”.
Prefeito Luciano Cartaxo

Diretor Presidente da Unitrans Alberto Pereira Nascimento 
O prefeito da capital destacou o empenho da administração pública e empresários na busca da qualidade do transporte coletivo. “Quem ganha é principalmente aqueles usuários que moram nos bairros mais afastados do centro. É essencial manter articulação com as empresas de ônibus assegurando equipamentos de acessibilidade e com qualidade.” Declarou.
Diretoria da empresa Unitrans e liderança comunitária 


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segunda-feira, 27 de maio de 2013

Alto barulho do motor causa perda auditiva em motoristas de ônibus


Fiscal mede ruído emitido por ônibus (Foto: Werther Santana/AE)
Engana-se quem pensa que o maior mal a que estão sujeitos os motoristas de ônibus é o stress causado pelo trânsito. Uma pesquisa feita pelo Ministério Público do Distrito Federal mostrou que 45% dos cerca de 15 mil motoristas e cobradores do transporte público da capital federal apresentavam perda auditiva. O motivo é o alto barulho do motor que fica na frente - ao lado do motorista - de 98% dos ônibus que transitam pela cidade.

Além do barulho, o motor tem vibrações e emana muito calor, o que pode prejudicar a saúde dos rodoviários, que ainda enfrentam o barulho do trânsito.  Nos últimos 11 anos, quase cinco mil rodoviários pediram licença do trabalho e ficaram mais de dois milhões de dias sem trabalhar devido à perda crescente de audição; alguns até se aposentaram por invalidez.

A exemplo da capital federal, outras cidades estão em alerta para o problema, como Rio de Janeiro, Recife e São Paulo, onde, inclusive, foi aprovado recentemente pela Assembleia Legislativa um projeto de lei que proíbe a aquisição de ônibus com motor dianteiro. Na capital pernambucana, também foram constatados problemas audiológicos em motoristas de ônibus, por meio de um estudo que mostrou que a grande maioria dos coletivos transitava com ruído acima do permitido.

A PAINPSE (Perda Auditiva Induzida por Níveis de Pressão Sonora Elevados) é um mal que pode atingir todos os trabalhadores expostos a sons acima de 80 decibéis, como é o caso dos rodoviários.

"São comuns os casos de pessoas que desencadearam uma perda auditiva por exposição prolongada ao ruído intenso, por isso é de fundamental importância que haja um controle rígido quanto às medidas preventivas em relação à saúde auditiva", alerta a fonoaudióloga Isabela Gomes, da Telex Soluções Auditivas.

Sem cuidados preventivos, outros trabalhadores, como guardas de trânsito, funcionários de fábricas, de gráficas, motoboys, músicos, Djs, operadores de britadeira, trabalhadores que atuam em pistas de aeroportos, entre outros, também podem sofrer perda irreversível de audição.

Aqueles que trabalham em indústrias, por exemplo, têm que ser submetidos a exames de audiometria de seis em seis meses e, quando constatada alguma lesão, devem se afastar. Já os músicos que realizam shows apresentam danos à audição com certa frequência, pois o sistema de som pode chegar a mais de 130 decibéis. No caso dos operadores de telemarketing, o uso de fone de ouvido unilateral pode trazer sérios danos para a audição.

"O operador de telemarketing precisa fazer sempre o revezamento do fone, do ouvido direito para o esquerdo; dar pausas de pelo menos 10 minutos para cada hora de trabalho, manter o volume baixo, em torno de 60dB, nível normal de uma conversa, e realizar exames de audiometria anualmente para checar  a audição", orienta a fonoaudióloga da Telex.

Para os trabalhadores expostos a ruídos intensos, a fonoaudióloga recomenda o uso de protetores auriculares, que reduzem o volume excessivo, propiciando uma audição mais confortável do som ambiente. Os protetores da Telex, por exemplo, são feitos em acrílico e moldados de acordo com a anatomia do ouvido de cada pessoa. Existem dois tipos: o que diminui o barulho ambiente em 15 decibéis e outro que reduz o ruído em 25 decibéis.

No entanto, quando já existe perda de audição, a solução pode ser o uso de aparelho auditivo. "Quanto mais rápido o problema for detectado e se optar pelo aparelho, melhor será para o indivíduo sentir-se integrado à sociedade, participando normalmente das conversas com amigos e parentes. A audição é fundamental em nossa vida", conclui Isabela Gomes.

De acordo com a Organização Mundial de Saúde (OMS), os ruídos são a terceira principal causa de poluição mundial. A entidade registrou um aumento de 15% de surdez entre a população do planeta.

Fonte: Centro de Mídia Brasil-Israel – Cembri.
Revista Proteção


Ônibus da capital produzem barulho em excesso


Cresceu cinco vezes o número de ônibus da capital reprovados por serem muito barulhentos. Estatísticas da São Paulo Transporte (SPTrans) revelam que, devido ao problema, foram lacrados 941 coletivos, ou 6% da frota. Em todo o ano passado, quando começou a intensificação da vistoria, foram 192. Mesmo com o aumento, passageiros e vizinhos de pontos movimentados ainda se queixam do excesso de ruído dos veículos.

Benefícios da Previdência Social

Link para acessos a benefícios da Previdência Social



domingo, 26 de maio de 2013

RS: Auditor-Fiscal do Trabalho é agredido durante ação fiscal



Auditor-fiscal do trabalho é agredido durante ação fiscal

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Informações sobre a agressão chegaram ao Sinait na tarde desta sexta-feira. Diretoria já está tomando providências sobre o caso.

Na tarde desta sexta-feira, 24 de maio, chegaram ao Sinait informações sobre um caso grave de agressão a um Auditor-Fiscal do Trabalho do Rio Grande do Sul. Segundo as informações, atendendo a uma denúncia, no último dia 14 de maio, o Auditor-Fiscal do Trabalho da Gerência de Novo Hamburgo (RS), foi fiscalizar canteiro de obra da construção civil no município de Campo Bom, e lá, foi agredido por sete pessoas. A empresa presta serviço para o Programa “Minha casa, minha vida” e opera na região do Vale do Rio dos Sinos.

O Auditor-Fiscal entrou no local e um dos empregados indicou a sala onde estavam os responsáveis pela obra. Ao chegar ao local e se identificar, o proprietário, alguns parentes que também estavam na sala, um vigilante e um empregado da obra começaram a agredi-lo fisicamente. Devido à agressão o Auditor-Fiscal ficou desacordado por alguns instantes, mas ao recobrar a consciência e tentar sair do local, foi novamente agredido, e a cena de violência se repetiu por mais duas vezes.

Todo machucado, ele foi salvo por Policiais Militares que chegaram ao local e o levaram para o hospital, onde foi realizado exame de corpo de delito. Passados aproximadamente dez dias da agressão, o Auditor-Fiscal continua muito abalado psicologicamente e ainda tem problemas de saúde resultantes das fortes pancadas na cabeça.

A Chefia no Rio Grande do Sul já remeteu o processo para a Advocacia Geral da União, o Ministério Público Federal e Ministério Público do Trabalho MPT, além de ter acompanhado o depoimento da testemunha na Policia Federal.

Muitas irregularidades

Diante da situação e da denúncia de irregularidades, uma nova ação fiscal foi organizada e executada com a participação de doze Auditores-Fiscais do Trabalho, sendo oito especialistas em legislação e quatro especialistas em segurança e saúde no trabalho, que contaram com o apoio de seis agentes da Polícia Federal. Mesmo diante desse grupo de Auditores-Fiscais do Trabalho e de Policiais Federais, os proprietários da empresa resistiram à inspeção.

Desta vez, além do embaraço à fiscalização, com a tentativa de impedir a ação, os Auditores-Fiscais puderam constatar que nenhum dos 25 empregados da obra tinha registro em Carteira de Trabalho e que não havia equipamentos de proteção para eles. Um adolescente de 16 anos também trabalhava na obra, em atividade proibida para menores de 18 anos. Essas e outras graves irregularidades flagradas no canteiro colocavam em risco a vida dos empregados.

Durante a operação, foram interditados equipamentos utilizados no canteiro de obras, por não possuírem condições mínimas de segurança, e também foi interditado o trabalho em altura, em razão do risco de queda que oferecia, pela falta de proteção coletiva. Além disso, foi lavrada Notificação para Apresentação de Documentos exigidos pela Fiscalização.

Violência

A falta de segurança dos Auditores-fiscais é uma das questões mais graves enfrentadas pela Auditoria-Fiscal do Trabalho e denunciada pelo Sinait frequentemente.O caso mais emblemátio da Auditoria-Fiscal do Trabalho continua sendo a Chacina de Unaí, em que foram assassinados em pleno exercício da atividade os Auditores-Fiscais Eratóstenes, João Batista e Nelson e o motorista Ailton. Nove anos depois, os acusados não foram julgados e ainda estão impunes. A impunidade é o combustível que alimenta ações de violência como essa registrada no Rio Grande do Sul.

As situações de insegurança são vivenciadas diariamente e um dos principais fatores que contribuem para isso é o número muito reduzido do quadro, que, muitas vezes, não permite o trabalho em equipe. A necessidade urgente de suprir este déficit de agentes fica clara em situações de extrema violência como a relatada acima, em que apenas um Auditor-Fiscal realizava a inspeção no canteiro de obras.

De posse das informações sobre o ocorrido, o Sinait já está em contato com a Secretaria de Inspeção do Trabalho e outras autoridades, solicitando que sejam tomadas todas as providências para a responsabilização dos agressores.

LEIA MAIS AQUI: http://www.sinait.org.br/?r=site%2FnoticiaView&id=7490

Bombeiros fazem trabalho de prevenção


Bombeiros fazem trabalho de prevenção
Bombeiros iniciam trabalho de prevenção e orientação a moradores de áreas de risco.


Moradores do bairro São José e da comunidade do Timbó, no bairro dos Bancários, receberam, nesta sexta-feira (24), a visita do Corpo de Bombeiros Militar, que deu orientações sobre como se prevenir durante o período chuvoso. A ação faz parte da Operação “Comunidade Protegida”, que tem por finalidade orientar moradores de área de risco. Também foram realizadas visitas a áreas de risco em Campina Grande e Guarabira.


O comandante geral do Corpo de Bombeiros, coronel Jair Carneiro de Barros, informou que cerca de 150 integrantes da Corporação participaram da operação, cujo principal objetivo foi diagnosticar o número de moradores por casa, se existem pessoas acamadas, qual a rota de fuga em caso de deslizamento ou inundação, que providência eles tomarão em situação de emergência e se têm conhecimento sobre números de emergência dos Bombeiros e da Defesa Civil.


Durante o trabalho de visitação nas duas comunidades da Capital foi feito um diagnóstico casa a casa para elaboração de um relatório que servirá de apoio para se traçar uma melhor linha de ação dos bombeiros e dos técnicos da Defesa Civil. A ação também tem a finalidade de aproximar mais os moradores de comunidades de risco do Corpo de Bombeiros, por meio do projeto ‘Bombeiros na Comunidade’.


“O que está sendo coletado aqui são informações básicas para que os militares do Corpo de Bombeiros possam melhor assistir os moradores de áreas de risco”, disse o coronel Jair antecipando que a Operação também acontecerá em outras áreas de risco de João Pessoa, Campina Grande e Guarabira.

O trabalho, primeiramente realizado no bairro São José e comunidade do Timbó, foi feito por militares, entre oficiais e praças selecionados. Além dos militares, viaturas de resgate também foram utilizadas na operação. Esse levantamento, conforme adiantou o coronel Jair, faz parte das diretrizes do governador Ricardo Coutinho para evitar tragédias nas áreas de risco, tanto em João Pessoa como em outros municípios do Estado. “Nossa pretensão é realizar essa operação nos municípios que apresentam a maior incidência de casos durante o período chuvoso”, afirmou o comandante geral.


Prevenção - Roberto de Andrade, que reside no bairro São José, disse que mora na localidade há mais de 15 anos. Ele revelou que essa foi a primeira vez que está presenciando um trabalho preventivo e de cadastramento dos moradores. Roberto mora naquela localidade com a mulher e os dois filhos numa casa construída com duas portas, sendo uma na frente e outra na parte de trás.


Severina Maria da Conceição, que reside no Timbó, afirmou que mora na localidade há 19 anos, e que apoia totalmente a ação dos bombeiros militares. Ela revelou que, em caso de desabamento, sairia às pressas da casa e deixaria para trás todos os pertences, apenas levaria o filho e o marido, “porque o mais importante é a vida”.


Na visita dos bombeiros nas duas localidades foram feitas algumas orientações com dicas de segurança para os moradores, tais como, antes das chuvas, limpar os telhados, desobstruir as calhas, manter desobstruídos os ralos, esgotos e valas próximos às residências, bem como podar ou cortar as árvores com risco de queda.


As dicas durante as chuvas são: manter um membro da família atento e vigilante ao nível de subida das águas, mesmo à noite, e ter sempre lanternas e pilhas em condições de uso. E ainda conhecer os telefones de emergência ou úteis.


Corpo de Bombeiros 193

Polícia Rodoviária 191

Samu 192

Defesa Civil Estadual 199

Defesa Civil Municipal 0800 2859020



Secom/

sábado, 25 de maio de 2013

SENAI PB capacita Colaboradores da Área Técnica em NR-12

Diego Araújo - Campina Grande/PB 
O Centro de Educação Profissional, Professor Stenio Lopes, do SENAI em Campina Grande firmou uma parceria com o SENAI do Paraná, para a realização do Curso de NR-12 (Norma Regulamentadora para Segurança no Trabalho em Máquinas e Equipamentos).
Com o aumento considerável das maquinas no mercado, nota-se, sobretudo a importância de preservar a integridade física do trabalhador para que ele colabore com a produção da empresa, mas mantendo a sua saúde.
Nesta sexta-feira, dia 24/05, quinze consultores do SENAI da Paraíba, com formação técnica, e na área de engenharia concluíram o curso, que teve duração de 40 horas. Entre as temáticas abordadas no curso estiveram, os princípios básicos da prevenção de acidentes (riscos e perigos), tipologias das máquinas, tipos de mecanismos e o modo operante de uma consultoria em NR-12.
O palestrante Bruno Caruso explica a importância da parceria estabelecida entre o SENAI Paraíba e o SENAI Paraná. “Interagindo entre as unidades podemos apresentar e adquirir experiências com relação à prevenção de acidentes no trabalho,” afirmou. Ele também ressaltou a relevância da capacitação. “A qualificação é necessária, pois para você poder ofertar um serviço dessa amplitude para o seguimento industrial precisa conhecer profundamente a NR-12,” concluiu.  
O técnico em eletrônica, Rafhael Braz, que está participando do curso destacou que considera essencial a iniciativa do SENAI. “Sabendo que a demanda em relação à segurança de maquinas está crescendo, vejo a importância do SENAI em se preocupar com a qualificação dos profissionais que irão atender as empresas para que essa demanda venha crescer cada dia mais.”
Na tarde desta sexta-feira, os alunos farão uma prática expositiva na unidade do SENAI, na ocasião são eleitas cinco máquinas para que possam ser aplicados conhecimentos existentes anteriormente, e os que foram adquiridos durante o curso. Eles fazem uma auditoria, e dão o encaminhamento para que sejam feitas as devidas regularizações.
Informações adicionais podem ser obtidas através do telefone: (83)3182-3700.


Colaboração/Texto/Fotos: Laura Andrade.

Debate discutiu participação das mulheres na construção civil

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Revista Edificar

Primeiro ciclo de "Diálogos" foi realizado na noite desta quarta-feira 

23 de mai de 2013
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No lugar de sala de aula, um espaço de debate sobre preconceito, discriminação e desigualdades na participação da mulher no mercado de trabalho. Os alunos do Projovem Urbano do Município de João Pessoa foram os primeiros participantes do ciclo de debates “Diálogos”, promovido pela Secretaria Extraordinária de Políticas Públicas para Mulheres (SEPPM) em parceria com a Estação Cabo Branco, Ciência, Cultura e Artes, no Altiplano. O objetivo é discutir e promover uma reflexão quanto à presença das mulheres inseridas em profissões culturalmente consideradas masculinas. O primeiro ciclo, realizado na noite desta quarta-feira (22), no miniauditório I da Estação das Artes, chamou atenção para a atuação das trabalhadoras do setor da Construção Civil.

A secretária titular da SEPPM, Socorro Borges, falou sobre a importância desses debates e do alerta feito aos jovens para que a prática do não preconceito e do respeito às mulheres nos vários setores, como no setor do trabalho, possa imperar sem dificuldades. “A Secretaria de Mulheres de João Pessoa, assim como todas as outras existentes no País, têm o desafio de trazer para a sociedade esse debate e promover uma reflexão sobre essas questões, como as que envolvem as mulheres nas várias áreas de trabalho, como aquelas culturalmente ocupadas pelos homens”, disse Socorro Borges.

A gestora explica que esse tipo de discussão está previsto também no Programa Pró-Equidade de Gênero e Raça, da Secretaria Nacional de Políticas para Mulheres, que está sendo lançado em sua 4ª edição. A idéia é estimular a adesão ao programa por parte de empresas e organizações públicas e privadas para a execução de um plano de ação que tenha como objetivo contribuir de maneira decisiva para a eliminação das discriminações e desigualdades vivenciadas pelas mulheres no ambiente de trabalho. 

A palestrante do primeiro “Diálogos” foi a profissional de Gestão de Qualidade, pós-graduada em Recursos Humanos, Márcia Regina da Silva, trabalhadora da Construtora TWS. Com formação inicial como técnica em Segurança do Trabalho, ela conta que inicialmente se estabelecer no setor foi um pouco difícil, mas que atualmente consegue trabalhar sem problemas entre dezenas de operários nos canteiros de obras.

“Sempre digo que o importante é que cada um identifique os próprios talentos, busque qualificação e trabalho naquilo que gosta. O setor da Construção Civil ainda é formado em quase toda sua totalidade por homens, mas as mulheres já vêm ocupando também esses espaços. Mesmo que a participação de operárias seja mínima, temos muitas engenheiras, técnicas de segurança, mulheres que trabalham nas obras, que lidam com os operários e que não são contestadas”, conta Márcia Regina.

Nos canteiros de obras da construção civil, algumas mulheres também aparecem como trabalhadoras que atuam em parceria com os próprios companheiros, enfrentando algumas vezes também o preconceito. “Fui ajudante de eletricista em uma obra acompanhando meu marido e ouvi muitas frases de preconceito. Isso só acabou quando o dono da obra apareceu e disse para todos eles que eu era um exemplo para outros homens e mulheres”, contou Adailza, estudante do Projovem Urbano, que se identificou apenas pelo primeiro nome, participante do debate.

Varias jornadas - Outra questão discutida durante o evento foi a jornada de trabalho encarada por muitas mulheres. Além da jornada fora de casa, muitas trabalhadoras ainda precisam encarar horas de trabalho dentro de casa e com o cuidado com os filhos, restando pouco tempo para que elas possam realizar outras atividades como o lazer, os estudos, e novos aprendizados.

“Precisamos chamar atenção para essa outra problemática na vida das mulheres. A participação do marido, companheiro, filhos e irmãos nas tarefas domésticas e no cuidado com as crianças é extremamente necessária para que as mulheres também possam ter tempo para elas mesmas, para o lazer, para o envolvimento nas questões sociais e políticas, assim como acontece com os homens”, reforçou a secretária Socorro Borges.

Próximo ciclo - O próximo ciclo de “Diálogos” deve acontecer no mês de junho, com a participação de mulheres delegadas. A proposta é que os ciclos aconteçam todos os meses trazendo para o debate mulheres que atuam em outras áreas de trabalho, como segurança, transportes coletivos, entre outros setores tradicionalmente ocupados por homens.

“O objetivo dessa parceria é que possam ser compartilhadas experiências sobre como as mulheres ainda enfrentam a resistência masculina e até a de outras mulheres em alguns setores de trabalho”, completou Viktoria Borges, assessora de eventos da Estação Cabo Branco.

Fonte: Secom-JP.

http://revistaedificar.com.br/noticias/460-debate-discute-participacao-das-mulheres-na-construcao-civil/

sexta-feira, 24 de maio de 2013

Visita técnica no engenho da cachaça Triunfo

Acompanhados dos Professores Elaine Dantas, Antonio Carlos e Abdon Yankell, alunos do curso de formação de Técnico de Segurança do Trabalho da UNEPI participaram de visita técnica no engenho da cachaça Triunfo, localizado na histórica cidade de Areia-PB.

A visita teve por objetivo verificar as formas de produção local de cachaça, para, a partir dessa vistoria, os alunos desenvolver relatórios técnicos indicando práticas de segurança no trabalho que serão analisadas e diagnosticadas de acordo com as normas regulamentadoras, tornando o ambiente de trabalho mais seguro.

De acordo com TST Laercio Silva, a proposta da visita é promover a troca de conhecimentos. A atividade no campo, normalmente nos canaviais pode resultar em um perigo eminente quanto a não adoção ou adoção parcial das normas visando à segurança e a saúde do trabalhador. A falta de recursos materiais de proteção pessoal como luvas, botas, perneiras, protetor auricular, óculos de proteção, protetor solar, e o desconhecimento a cerca da importância do uso desses equipamentos se tornam como um dos fatores que dificultam a manutenção da qualidade de vida desses trabalhadores. Desse modo, os objetivos deste estudo realizados pelos os alunos servirão para apresentar os principais fatores/riscos que são especificados nas normas.

Professora Elaine Dantas palestrando 




Almoço no hotel fazenda Triunfo

Mais fotos em nosso facebook (Laercio Silva)
Portal cidade de Areia-PB.

História da Cachaça Triunfo.

quinta-feira, 23 de maio de 2013

EPI vencido é ameaça à segurança

Semana temática resolve casos complexos de acidente de trabalho


O Tribunal Superior do Trabalho deu, nesta quarta-feira (22), uma contribuição importante para o problema dos acidentes de trabalho no Brasil, com o julgamento preferencial de processos relativos ao tema. É a primeira vez que o TST promove pauta temática sobre o assunto. No total, o mutirão julgou 800 casos, dos 6.314 que tramitam no TST atualmente.

"A diminuição dos acidentes de trabalho, por meio da prevenção, é uma questão de cidadania", disse o presidente do TST, ministro Carlos Alberto Reis de Paula. Da mesma forma, o ministro Aloysio Corrêa da Veiga, presidente da Sexta Turma, ressaltou que o compromisso com o ambiente de trabalho saudável, seguro, constitui respeito à cidadania.

Para o ministro Lelio Bentes Corrêa, presidente da Primeira Turma, essa foi uma sessão memorável pelos inúmeros casos julgados relacionados a acidentes de trabalho. "O TST e a Primeira Turma respondem aos anseios da sociedade ao examinar questões complexas e controvertidas, mas sempre fazendo com absoluta serenidade, imparcialidade e rigor científico", disse o ministro, ao fechar a sessão.

Empenho.

Com mais de 300 processos julgados, a Sexta Turma dedicou a sessão da tarde de quarta-feira exclusivamente a recursos relativos a acidente de trabalho. A ministra Kátia Magalhães Arruda destacou o empenho e o envolvimento dos servidores do seu gabinete para atender à demanda. Eles chegaram a perder o sono durante a semana, diante de casos, às vezes, muito chocantes.

O ministro Aloysio destacou a relevância do tema, por ser "dos mais complexos, instigantes, polêmicos, e que traz para nós uma necessidade de permanente reflexão, no sentido de procurar, dentro de uma estrutura social, se não erradicar, extirpar do seio da sociedade uma das reclamações mais preocupantes, que nos aflige sobremaneira, que é o acidente de trabalho".

Casos.

Somente em 2012, os acidentes de trabalho resultaram na perda de 2.717 trabalhadores, segundo dados do Ministério da Previdência Social. Anualmente ocorrem, em média, 700 mil casos de acidente de trabalho no País.

Nas sessões desta primeira semana temática, de iniciativa do presidente do TST, foram julgados os mais diversos casos: colhedor de laranjas picado por uma cobra jararaca, caseiro que faleceu após cair de 5m de altura enquanto envernizava janela residencial, trabalhadores vítimas de acidentes de trajeto ou de trânsito ao dirigir veículos da empresa, acidentes que resultaram na amputação de membros ou em graves problemas motores. São situações graves, que afetam não só o próprio trabalhador, mas suas famílias e muitas vezes o clima organizacional e a comunidade.

Fonte; TST

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